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capa do espetáculo

quando comi o cão

Temporada

de 01/01/2003 a 19/06/2003

Duração

80 minutos

Classificação

16 anos

A memória pessoal tem rendido ultimamente tantas montagens que quase chega a constituir um gênero. “Quando Comi o Cão”, no entanto, se impõe como um sopro de ar fresco.

Primeiro, por que não cede à tentação da automistificação, de glamourizar a memória. Não se fala aqui de tempos privilegiados nem de acontecimentos exemplares, mas se quer compartilhar tênues momentos de alegria ou angústia: o primeiro dia de aula, a volta ao lar depois de anos de ausência, uma revoada de borboletas, uma cidade vista ao longe, que reconciliam a platéia com o cotidiano, transformando o banal em epifania, como no “Amarcord” de Fellini.

Depois, porque quem nos fala é um russo. O nome de Evguéni Grichkovets já soa insólito em um universo dominado por autores ingleses e americanos. Desautorizado de saída pelo anonimato, o marinheiro que conta sua vida não tem grandes histórias para contar, mas o faz com uma ironia autodepreciativa muito próxima do humor brasileiro, despertando uma grande curiosidade pela cultura russa pós-soviética.

Ficha Técnica

Texto

Evguéni Grichkovets

Direção

José Simões

Com

Cassio Scapin

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